CHRIS FRANCINI

LFW - 1º, 2º e 3º dias

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       Daks: Tendo como principal referência a Era do Jazz, filtrada através da névoa romântica do final dos anos sessenta, a marca trouxe para as passarelas modelos em penteados Deneuve Belle de Jour, que flutuavam em vestidos conflitantes entre fluidez e peso, chiffon monocromático e camurça, nos tons de castanho e azuis.

       Manuel Facchini: Fundiu o rock gótico com o rugby desgastado na sua coleção de primavera/verão 2016. Destaque para ombros arredondados, arestas duras e jaquetas de mangas curtas, além de mini vestidos com saias estruturadas e formas esculturais. Silhueta sinuosa que remete ao atual estado de espírito romântico da marca.

       Simone Rocha: A estilista misturou referências de quimono, tons terrosos e seus tradicionais laços. Brincou com a cordas entrelaçadas sobre os corpos das modelos, resultando em um estilo ultrafeminino com seus vestidos de festa usados com calças.

       Emilia Wickstead: A estilista trouxe para a passarela, peças impecáveis e ultrafemininas, com um ar de princesa moderna. Misturou rosa com rosa e lindos florais, além de apresentar mangas e shorts com referências medievais.

       Versus Versace: Alfaiataria militar sexy, estampas florais e de animais, e muito couro foram os destaques da coleção de Donatella Versace. Mas o destaque ficou nas peças híbridas, como um vestido composto de saia e top que se confundem; um colete/vestido com um mega decote nas costas; longos vestidos de seda que parecem super simples e discretos, mas revelam o lado característico da marca através de superfendas.

       Temperley London: Cuba foi a principal referência para uma das coleções mais frescas de Londres nesse verão. Vestidos de algodão com bordados artesanais usados com sandálias gladiadoras e chapéus Panamá. Destaque para os shorts curtos sobrepostos a saias midi recortadas no meio e tops bordados. Tudo bem casual!

       Jonathan Saunders: Elegância é o que define a coleção da marca que apresentou vestidos de seda perfeitos para o verão. Com diversas camadas e lindos patchworks que vêm de inspiração oriental.

       Mary Katrantzou: A estilista misturou luxo com uma certa melancolia na sua coleção de verão. Criou exuberantes padronagens, com uma cartela de cores com tons escuros, muito preto, roxo e lilás, mesclando o estilo dark a uma pegada boho gypsy. Destaque para os minivestidos cheio de bordados com mangas compridas, babados e detalhes de renda.

       Paul Smith: O estilista troxe para as passarelas uma alfaiataria desconstruída na fluides e em silhuetas soltas. O trabalho manual imperfeito ganha sofisticação graças a sublimes acabamentos e à escolha de materias nobres. A liberdade dos pensadores independentes a as pinceladas de David Hockney, foram suas principais inspirações para a coleção de verão 2016.